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Natureza Morta I

Natureza Morta é um tipo de composição em que são representados apenas seres “inanimados”, tais como frutas, taças, instrumentos musicais, etc.

A composição aqui representada foi feita, literalmente, à luz de velas. Foi utilizado apenas um lápis B (B refere-se à dureza, sendo ligeiramente mais macio do que o HB, que é o lápis preto comum).

É a minha primeira natureza morta e eu quis um motivo “noturno”, em que os objetos estivessem no escuro, com sombras bastante distintas e abruptas. Ainda não foi dessa vez que eu consegui exatamente o que eu quero, mas eu chego lá.

A ponta do lápis está bastante longa, sendo possível preencher grandes áreas bastante rapidamente. Entretanto, o desenho fica menos “preciso”, porque todas as linhas, para evitar marcar o papel, são feitas com o lápis “deitado”, o que gera traços mais largos.

O Papel é uma folha A5 180g, amarelada, com textura, o que também contribui para uma menor precisão não só nos traços como também no preenchimento.

Para uma segunda tentativa na mesma noite, estou satisfeito com o resultado.

Agora é continuar a praticar e testar outras técnicas.

Abraços!

Desenhar ou Desenhar

Das poucas memórias que ainda retenho de quando era mesmo muito pequeno, a maioria está relacionada com desenhar (ou com comer 😉 rs).

Lembro de uma reunião com familiares e amigos, acredito que em casa de uma tia avó, em São Paulo (ou terá sido em Curitiba?), em que o “tio Nando” (o primo da minha mãe), desenhou-me um carro. Acho que era um Fusca.

Lembro também de estar na cozinha de casa, em Curitiba, com os meus 7 para 8 anos, a encher uma folha com pequenos desenhos ao lado de uma amiga da família. Quais desenhos? Já não sei. Lembro que desenhava velas. Sim, velas, daquelas acesas, com cera escorrendo, sobre um prato. Daquelas dos cartões de natal. E mais muitas outras coisas que já não sei o que eram.

Dessa altura lembro ainda de uma tarefa dada na escola. Eu e alguns colegas escolhemos desenhar carros. Desenhei vários. Coloridos. De vários “formatos”. Não sei que fim levaram esses desenhos, mas acho que alguém os encontrou, pois tenho certeza que já vi um ou dois deles na rua. Sim. Carros. Que eu desenhei mais de 30 anos atrás. Quem diria que eu seria um visionário, hein? 😉

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