De novo e de novo e de novo…

A realidade é feita de um todo que está separado em infinitas partes.
E elas se juntam e se separam e vem e vão.
É a vida. É assim que a vida funciona. E a vida não se importa com você.
Ela apenas é. Assim. Caótica. Repentina. Insensível.
Busque ver a beleza da incerteza do que pode acontecer.
Aproveite o que de bom ela te traz.
Aprenda as lições que ela te der.
Aceite.
Viva.

Ciclos. Voltas. Nascimentos. E tudo começa outra vez…
(foto: Joana G. S. Morais)
Tracy Chapman – New Beginning

New Beginning

(Tracy Chapman)

The whole world’s broke and it ain’t worth fixing
It’s time to start all over, make a new beginning
There’s too much pain, too much suffering
Let’s resolve to start all over make a new beginning

Now don’t get me wrong I love life and living
But when you wake up and look around at everything that’s going down 
All wrong
You see we need to change it now, this world with too few happy endings
We can resolve to start all over make a new beginning

Start all over
Start all over
Start all over
Start all over

The world is broken into fragments and pieces
That once were joined together in a unified whole
But now too many stand alone There’s too much separation
We can resolve to come together in the new beginning

Start all over
Start all over
Start all over
Start all over

We can break the cycle – We can break the chain
We can start all over – In the new beginning
We can learn, we can teach
We can share the myths the dream the prayer
The notion that we can do better
Change our lives and paths
Create a new world

And Start all over
Start all over
Start all over
Start all over

The whole world’s broke and it ain’t worth fixing
It’s time to start all over, make a new beginning
There’s too much fighting, too little understanding
It’s time to stop and start all over
Make a new beginning

Start all over
Start all over
Start all over
Start all over

We need to make new symbols
Make new signs
Make a new language
With these we’ll define the world

And start all over
Start all over
Start all over
Start all over …


1Uma boa páscoa para quem celebra esta data. Bom descanso para quem dela pode aproveitar.

2E após o interregno, nos reinventamos, e recomeçamos.

3(EDIT) Para quem ficou curioso, o nosso pequenote está a ler “Pavor Espaciar”, uma Graphic MSP do Chico Bento (meu personagem preferido da Turma da Mônica), desenhada pelo Gustavo Duarte (uma entrevista dele sobre o trabalho aqui).

Música

Música.
Sempre a música.
Sempre há música.
Em todo lado.
Mas quando é noite… Ah…
A noite transforma a música.
Ou os ouvidos.
Potencializa uma compreensão que transcende o raciocínio.
Abre portas e janelas e deixa o universo entrar.
E não estamos sós, porque somos tudo e compreendemos tudo.
E ela, a música, nos mostra que sempre esteve ali…
Música.
Sempre a música.
Que sempre seja música.
Que a noite sempre traga.
Música.

Jauch

Chão de Giz

Zé Ramalho

Eu desço dessa solidão
Espalho coisas
Sobre um Chão de Giz
Há meros devaneios tolos
A me torturar
Fotografias recortadas
Em jornais de folhas
Amiúde!

Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes

Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
Queria usar, quem sabe
Uma camisa de força
Ou de vênus

Mas não vou gozar de nós
Apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom

Agora pego
Um caminhão na lona
Vou a nocaute outra vez
Pra sempre fui acorrentado
No seu calcanhar
Meus vinte anos de boy
That’s over, baby!
Freud explica

Não vou me sujar
Fumando apenas um cigarro
Nem vou lhe beijar
Gastando assim o meu batom

Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
E isso explica porque o sexo
É assunto popular

No mais, estou indo embora!
No mais, estou indo embora!
No mais, estou indo embora!
No mais!

Onde Tudo Existe…

um céu estrelado
espelha minh’alma
escura e fria
velha e cansada
pontilhada de cicatrizes
pequenas e apagadas
e olho para elas

com um olhar que não se cala
diz-me! qual a razão?

o passado é um sonho
o futuro é ilusão
tu segues o caminho
que o destino traçou
por isso, aceita
aceita o teu presente
pois que nele
belo e decadente
é onde tudo existe

por Jauch

Devil’s Backbone

The Civil Wars

Oh Lord, Oh Lord, what have I done?
I’ve fallen in love with a man on the run
Oh Lord, Oh Lord, I’m begging you please
Don’t take that sinner from me
Oh don’t take that sinner from me

Oh Lord, Oh Lord, what do I do?
I’ve fallen for someone who’s nothing like you
He’s raised on the edge of the devil’s backbone
Oh I just wanna take him home
Oh I just wanna take him home

Ooooooooooo
Ooooooooooo

Oh Lord, Oh Lord, he’s somewhere between
A hangman’s knot, and three mouths to feed
There wasn’t a wrong or a right he could choose
He did what he had to do
Oh he did what he had to do

Ooooooooooo
Ooooooooooo

Give me the burden, give me the blame
I’ll shoulder the load, and I’ll swallow the shame
Give me the burden, give me the blame
How many, how many Hail Marys is it gonna take?

Don’t care if he’s guilty, don’t care if he’s not
He’s good and he’s bad and he’s all that I’ve got
Oh Lord, Oh Lord, I’m begging you please
Don’t take that sinner from me
Oh don’t take that sinner from me

Os quem?

— Cara! Descobri uma banda do caraças!!!

— Ah é? Fixe! Como é o nome?

— The Hu!

— The Who?

— Isso! The Hu!

— Ah… Acho que já ouvi falar…


Uma das coisas que eu gosto de fazer é descobrir música. Muitas vezes fico a navegar pelo Youtube (principalmente, ainda que o esquema de propaganda deles me irrite profundamente…), ou outros sites de música, em busca de coisas que eu não conheça (novas para mim, não necessariamente “novas” de todo).

Num destes passeios pela web, em busca de novas trilhas sonoras para a minha vida (ou para os meus textos, dá na mesma), deparei-me com uma banda chamada “The HU Band”. Pois, o micro conto acima é uma piada, claro, porque eu leio HU e WHO da mesma maneira: RRU. E não é sobre a banda The Who que esse post vem falar (ainda que eu também goste).

Mas o que é que essa banda tem de diferente? Bom, ela é da Mongólia… Ouiéééé. E eles cantam em Mongol. As letras são interessantes, muito voltadas para o respeito às tradições, exaltando o orgulho de ser Mongol, mas não de uma forma “totalitarista”. Antes, mais como uma forma de valorizar uma cultura que tem milênios. Pelo menos é o que me pareceu.

Além da sonoridade que muito me agrada, uma mistura de sons que facilmente se identifica como orientais, muito provavelmente por conta dos instrumentos utilizados, tipicos da região, misturada com levadas mais modernas (as músicas são assim mais “pesadas”), uma das coisas que me atraiu foi o visual (as roupas, os adornos dos instrumentos), e também as letras, que trazem muito dessa cultura, que muitos de nós só deve conhecer através do nome do grande conquistador, Gengis Khan.

O estilo de música dessa banda é chamado de HUNNU ROCK.

Ficam aqui os dois vídeos com músicas dos The HU Band que eu encontrei.

Em ambas é possível ligar as legendas em Inglês (pelo menos) e acompanhar a letra enquanto se ouve a música.

Claro que depois deles eu encontrei outras bandas de origem Mongol. Vou deixar duas aqui, para vocês conhecerem.

A primeira são os Hanggai. Eles são de etnia Mongol, e tiveram de aprender o idioma Mongol para cantar em seu idioma ancenstral, quando decidiram enveredar por essa via (eles vivem na China). Esse vídeo é de uma apresentação deles em um show ao estilo “The Voice”, mas Chinês. Também se fala Mongol na China, e não só (wikipedia sobre Mongol).

A segunda, com um som mais ocidental, mas ainda assim cantado em Mongol, é a banda Nine Trasures, que li alguém classificar como “Mongol Folk Metal” 😀


1Daí você pergunta: WTF??? Bom, eu pensei, provavelmente o último post do ano, queria que já fosse algo novo para começar bem o ano que vem. Nada melhor que música Mongol para alcançar algo NOVO, não? 😀

2Fica aqui uma foto de alguém que eu conheço que ficou fanático por música Mongol (principalmente dos Hanggai…)

2018-12-29 09.39.59
O meu pequenucho curtindo um rock mongol

3Como resolução de fim de ano, relativa ao blog, fica o desejo de conseguir publicar um post por semana, em 2019. Vamos lá ver se um milagre acontece e eu consigo a, …, como é mesmo o nome da palavra…? Putz, meu cérebro até se recusa a lembrar dela… É aquela coisa que os soldados tem de ter… DISCIPLINA! Isso. 🙂 Vamos ver se acontece um milagre e eu consigo ser disciplinado (coisas para trazer cá para o blog é que não faltam… rs).

4Feliz Natal!!! Feliz Ano Novo!!! 😀

5Não te deu uma vontade louca de abrir uma enciclopédia e ir ler sobre a Mongólia? 😀

Indicações #5

O Adail (Ideias em Blog), indicou-me para o The Sunshine Blogger Award (Obrigado Adail!!!). Para quem não sabe, essas indicações servem, tipicamente, para dois fins: Dar a oportunidade de conhecermos um pouco mais sobre a pessoa indicada, bem como nos dar a oportunidade de apresentar ao pessoal que nos acompanha alguns blogs que achamos que vale a pena (uma amostra, dentro do universo de blogs que achamos que vale a pena).

O Adail tem um blog rico e diverso, com textos sobre os mais diversos assuntos, como tecnologia, natureza, comportamento, etc. Vale a pena acompanhar. Eu acompanho. Também vale a pena ver as respostas que ele deu às perguntas que foram feitas a ele, aqui.

Então, aqui vai.

sunshine-blogger-award1

A premiação envolve uma demonstração de seu reconhecimento para com o trabalho de outros blogueiros assim como a promoção de interações com esses blogs. Cada envolvido precisa seguir quatro regras básicas:

Agradecer a quem te indicou;
Colocar as regras e incluir o logo do prêmio no post;
Responder 11 perguntas feitas pelo nomeador;
Nomear 11 blogs e fazer-lhes 11 perguntas.

Agora vamos às perguntas que me foram feitas pelo Adail, com suas respectivas respostas:

1- Qual foi a sua primeira opção de plataforma quando pensou em criar um blog? O que lhe chamou mais atenção?

Eu tenho “blogs” desde os primórdios da Internet pública no Brasil, quando ainda usávamos modens e uma linha discada de telefone para nos conectarmos com o mundo (sim, já não sou assim novinho como pareço… rs). Já não me lembro bem da primeira plataforma que eu usei, mas o provedor deixou de existir não muito depois de eu arranjar um espaço por lá. Era algo parecido com o GeoCities, que também já não existe (e onde eu também tive um espaço). Porque é que foi que eu escolhi aquela plataforma que já nem lembro o nome? Bom, na altura, a gente achava um lugar e agarrava… O “mundo” era muito menor, então… Usei muito tempo o Blogger/Blogspot, onde tive vários blogs, em diferentes épocas. Tive blogs hospedados em provedores, onde eu alugava o espaço. E mais de uma vez tive blogs no WordPress (onde mantenho o meu atual).

Já quanto ao que me chamou a atenção em cada um deles? À exceção dos provedores, em que o que eu buscava era controle total sobre o meu “espaço”, todos os outros espaços para publicação me atrairam pelo mesmo motivo. A comunidade que lá estava.

Em verdade, sou um ser solitário, focado quase que exclusivamente na minha família. Detesto sair sem a minha senhora e o meu filhote, e raramente o faço. Mas ainda sou humano, e a necessidade de contato com outras pessoas, de conhecer o que elas pensam e sentem, de interagir a esse nível mais abstrato, de descobrir o novo, o inusitado, o comum e corriqueiro, tudo isso eu faço quase que exclusivamente online. É essa comunidade que me atrai. No blogger, eu adorava a barra na parte de cima do blog, onde eu conseguia navegar para novos blogs, de forma aleatória. No WordPress, eu gosto do Reader, que além de me manter a par das novas publicações, me apresenta algumas sugestões de tempos em tempos.

2- Você está satisfeito(a) com o WordPress? Por quê?

Sim. E não. Eu sou um eterno insatisfeito. Estou sempre pensando em como as coisas podem ser melhoradas. De fato, estou sempre à procura de algo novo, de uma plataforma mais interessante, com novas ferramentas, com novas formas de interagir, principalmente. Eu gosto da comunidade que encontrei aqui, no WordPress, mas confesso que acho a plataforma um pouco limitada em termos de conectividade… 
Quem sabe eu não crio uma plataforma que efetivamente ajude a conectar as pessoas?
Algo descentralizado, verdadeiramente democrático. Há alternativas, mas a maioria precisa de um certo “expertise” para poder operar. E se conseguíssimos criar algo verdadeiramente “simples”? É uma ideia? Era fixe…

3- Por que quis criar um blog? Sempre teve essa vontade?

Sim. Desde que eu fui apresentado ao conceito de BBS (que veio antes da internet pública, no Brasil), eu senti o potencial para compartilhar, para democratizar a voz de todos. E desde o início que eu navego por esse mar caótico que é a www.

4- O que você mais gosta em seu blog?

De poder conversar, com quem aqui vem, sobre os assuntos que me interessam, e sobre os quais eu publico, além de poder compartilhar os meus trabalhos artísticos com quem quer que se interesse por eles.

5- Consegue postar com frequência?

Sim. E não. Eu tenho fases em que eu estou de bem com a vida e publico com frequência. E depois eu tenho uma fase, já perto de completar um ano desde as minhas últimas férias, em que estou tão cansado que, apesar de todas as ideias e coisas que tenho para compartilhar, não tenho energia para o fazer. Tipicamente por volta de Maio a Junho eu praticamente deixo de publicar, e depois das férias (ou quando essas se aproximam), volto a ter energia e recomeço.

Por exemplo, só agora começo a sair da fase em que já não tinha energias para absolutamente nada…

6- Quais tipos de conteúdos gosta mais de abordar?

Bom… O meu blog é um blog pessoal, não temático, por isso sinto que tenho liberdade para publicar sobre qualquer coisa que me dê na telha… E assim o faço. Mas a verdade é que a maior parte dos meus artigos / posts são pequenos contos, poesias, alguns textos mais pessoais de opinião sobre alguma coisa que tive vontade de escrever. Mas vais encontrar outras coisas aqui, de certeza, como músicas e desenhos e aquarela e aikido e tudo o mais que me dê na telha falar sobre…

7- Você interage muito com outros blogueiros?

Sim. É disso que eu gosto. Mas a verdade é que não é fácil. Acabamos ficando muito nos comentários sobre o que o outro publicou. Ainda assim, eu acabo, cedo ou tarde, por transformar um comentário em um chat… rs

8- O que acha bacana quando lê posts de outros blogs?

Em primeiro lugar, que o texto seja pessoal. Dou preferência para textos / posts em que a pessoa está se expondo, não necessariamente falando algo sobre ela, mas em que é possível discernir sua essência naquilo que ela torna público. Isso é o que mais me atrai em um post. Daí gostar de ler poesias, contos, textos de opinião, posts em que a arte ou a vida de uma pessoa é compartilhada, mais do que textos/posts puramente informativos.

9- Como é a elaboração de suas postagens? Segue algum tipo de “ritual”?

Acho que não. Cada coisa que eu compartilho aqui “aconteceu” de uma maneira diferente. Levou seu tempo a ser matutada. Algumas eu escrevi no papel primeiro, outras no computador. Algumas levaram anos para serem compartilhadas, outras eu sentei , escrevi e compartilhei imediatamente. Algumas eu tento dar um tom leve ou humorístico, algumas eu tento ser denso… Tudo sai do jeito que calha na altura…
Não ter um ritual é um ritual?

10- Que tipo de música gosta de escutar? Indique uma para os seus amigos blogueiros.

Ah… A música é parte absolutmente necessária da minha vida. Se não pudesse ouvir, talvez eu enlouquecesse… Talvez por isso, não tenha um “tipo” de música que eu goste de escutar. Eu gosto de música. O que eu escuto depende do meu estado de espírito.

Vou deixar aqui uma música que eu gosto imenso, da Luísa Sobral, chamada João. Será que vocês conseguem descobrir as razões pelas quais eu escolhi essa música? 🙂

João
(Luisa Sobral)

Eu saio da escola sempre à mesma hora
E vejo o João que sai também
Já me fiz de distraída, sorri meio atrevida
Mas o João da C finge que não vê

Todas na escola gostam do João
Propõem namorar num papel com sim ou não
Sei que é difícil com tanta escolha assim
Que vai fazer o João gostar de mim?

Sou a mais bonita e nunca sou escolhida
Quando fazem equipas para o futebol
Se alguém fica doente entro para suplente
Fico sentadinha a apanhar sol

Todas na escola gostam do João
Propõem namorar num papel com sim ou não
Sei que é difícil com tanta escolha assim
Que vai fazer o João gostar de mim?

Todas na escola gostam do João
Propõem namorar num papel com sim ou não
Sei que é difícil com tanta escolha assim
Que vai fazer o João gostar de mim?

O João olhar para mim
O João gostar de mim
Ele está a olhar para mim

11- Qual o seu gênero favorito de filme?

Ah! Finalmente uma fácil!!!! Ficção Científica, claro!!!! Ou não seria eu um aquariano típico 😉 hahahaha

Os nomeados para responder às minhas perguntas e continuarem a brincadeira (caso queiram, foram escolhidos, a maioria, entre blogs que encontrei recentemente, e todos ligados diretamente à arte da escrita (de uma maneira ou de outra).

E estes foram os 11 convidados para essa brincadeira 🙂
Agora, vamos ao mais difícil: As perguntas! E ainda por cima são 11, ó vida… xD

  1. Se você se deparasse com um anão de jardim, sentado à frente da porta da sua casa, com um ar assim de quem comeu e não gostou, o que você perguntaria para ele?
  2. Por falar em comer, já comeu Focaccia? Estaria disposto/disposta a experimentar?
  3. Qual foi a frase/ditado mais idiota que você já ouviu?
  4. Você também acha que os polvos são alienígenas que caíram na terra há milhões de anos e que regrediram para um estado mais primitivo porque não tinham escolas adequadas nem ferramentas para transmitir seus conhecimentos para as gerações futuras? Por quẽ?
  5. De todos os sonhos que você tinha dez anos atrás, quais você inda persegue?
  6. Neste exato momento, se você não tivesse outra escapatória, o que você escolheria? Verdade ou consequência?
  7. Qual é a sua maior dúvida existencial de todos os tempos, neste instante?
  8. Cite uma cidade que você quer conhecer e o porquê dessa cidade em específico. Espera. Isso não é uma pergunta. Então lá vai: Se você tivesse que escolher uma única cidade para conhecer, qual seria e por quê?
  9. Alienígenas dominaram o mundo e disseram para você escolher qualquer trabalho que você queira, mas vais ter de realizar esse trabalho para o resto da vida. Não podes falar com ninguém antes de decidir. Se não decidir, vão desintegrar você. Tens 5 minutos para decidir. Então? Qual será o trabalho?
  10. Tens algum preconceito? (Não precisas dizer qual) Tens feito alguma coisa para libertar-se desse fardo? (Não precisa de responder essa).
  11. Qual é a pergunta que você gostaria que eu tivesse feito, e qual a resposta para essa pergunta?

Espero que tenham gostado. Se não gostaram, não faz mal. C’est la vie.
Um abraço e até breve!


1É feriado. E eu gastei umas horas para fazer isso… Vou te cobrar por hora, Adail! haha!

Portugal – Eurovisão 2018

Este ano o festival da Eurovisão está a ser realizado, pela primeira vez na história, em Portugal, uma vez que no ano passado, Portugal levou o título com a canção de Salvador Sobral.

Para quem tem preguiça de clicar em links, o festival da Eurovisão é um festival de música onde competem, atualmente, praticamente todos os países europeus. E mais alguns (Israel, Austrália, …).

A maioria das músicas “sucks”, no geral, mas é um festival engraçado e, claro, há sempre músicas fantásticas. Eu nunca quero ver, mas acabo sempre dando uma espiadela. É uma festa lindíssima e o público que vai ao local assistir em direto é, digamos, pouco convencional com a indumentária. Sexta, no metro, estava muito divertido. Continuar lendo “Portugal – Eurovisão 2018”

SNAZ – Cocaine

E eu me lembrei de uma música: Cocaine.

Gravada por J. J. Cale em 1976, com sua versão mais conhecida numa interpretação de Eric Clapton (que a regravou em 1977 e, mais recentemente, numa versão Unplugged).

Mas essa… Ah… Essa é a minha versão preferida de Cocaine: a dos Nazareth, uma banda Escocesa que, na minha opinião, não tem o reconhecimento que merece… De notar que o vocalista tem uma voz muito peculiar. Continuar lendo “SNAZ – Cocaine”

Velha Infância (Ou Os Peixinhos)

Os Peixinhos
(Tribalistas)

Os peixinhos são
Flores sem o chão
Nadam, boiam, fazem bolhas
E bolinhas de sabão

Como lindos são
Coloridos tão
Espirrando gotas
Como notas na canção

Nas vitrines máscaras de aquários
Dos mergulhadores
Furtam do arco-íris tantas cores
Ultravioleta, infravermelho
Degradée e fúcsia
Todas as modulações do espectro

Os peixinhos são
Flores sem o chão
Nadam, boiam, fazem bolhas
E bolinhas de sabão

Como lindos são
Coloridos tão
Espirrando gotas
Como notas na canção

Nas escamas brilha espelhada
Toda a luz do sol
Verde, azul, vermelho, ouro e prata
Segue junto com o seu cardume
Pra enganar o anzol
Aquarela colorindo a água Continuar lendo “Velha Infância (Ou Os Peixinhos)”