Indicações #4

Olá! Esse é um post que eu já devia faz tempo…

Nos últimos meses recebi algumas indicações (ou TAGs), que é uma maneira de fortalecer os laços de amizade entre os blogueiros e também, de dar a conhecer os blogs que nós achamos que vocês, sejam blogueiros ou não, vão gostar.

Então, cá vamos nós! 🙂

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Lá em cima o ar sabe melhor…

acordei de um sonho esquisito
não me julgues pois vai parecer desatino
mas no meu sonho eu sabia voar
e pra isso bastava eu querer e acreditar

foi no meio de um jantar que desatei a voar
flutuei sem rumo, sem ter onde me agarrar
os outros comiam, sorriam e falavam
ninguém ali pareceu se importar Continuar lendo “Lá em cima o ar sabe melhor…”

SNAZ – Cocaine

E eu me lembrei de uma música: Cocaine.

Gravada por J. J. Cale em 1976, com sua versão mais conhecida numa interpretação de Eric Clapton (que a regravou em 1977 e, mais recentemente, numa versão Unplugged).

Mas essa… Ah… Essa é a minha versão preferida de Cocaine: a dos Nazareth, uma banda Escocesa que, na minha opinião, não tem o reconhecimento que merece… De notar que o vocalista tem uma voz muito peculiar. Continuar lendo “SNAZ – Cocaine”

E o orgulho?

(Ou as aventuras de um pai, uma mãe, e um filho…)

E lá estávamos nós os três, a passear no parque, quando o pequenote vê o anfiteatro a céu aberto. Imediatamente dispara:

— Papá, mamã! Vocês sentam que eu vou fazer um espetáculo!

A mãe já corre avisar que ela não vai fazer espetáculo nenhum, ao que o pai concorda e diz que hoje ele também vai só assistir (o pequenote tem a mania que tudo que ele faz todo mundo acha divertido e tem de fazer também). Continuar lendo “E o orgulho?”

Velha Infância (Ou Os Peixinhos)

Os Peixinhos
(Tribalistas)

Os peixinhos são
Flores sem o chão
Nadam, boiam, fazem bolhas
E bolinhas de sabão

Como lindos são
Coloridos tão
Espirrando gotas
Como notas na canção

Nas vitrines máscaras de aquários
Dos mergulhadores
Furtam do arco-íris tantas cores
Ultravioleta, infravermelho
Degradée e fúcsia
Todas as modulações do espectro

Os peixinhos são
Flores sem o chão
Nadam, boiam, fazem bolhas
E bolinhas de sabão

Como lindos são
Coloridos tão
Espirrando gotas
Como notas na canção

Nas escamas brilha espelhada
Toda a luz do sol
Verde, azul, vermelho, ouro e prata
Segue junto com o seu cardume
Pra enganar o anzol
Aquarela colorindo a água Continuar lendo “Velha Infância (Ou Os Peixinhos)”

A Vida, o Universo e Tudo o Mais #1

Pensei em começar a compartilhar, com vocês, um pouco sobre o que eu penso de tudo. Aos poucos, que é para não chatear ninguém. Como gosto de séries (já viu a minha série Eu & 5 de Portugal?), resolvi criar esta. De vez em quando venho cá dar uns bitaites sobre a vida, o universo e tudo o mais. Portanto, sem mais delongas, vamos a isso. Continuar lendo “A Vida, o Universo e Tudo o Mais #1”

Eu & 5 de Portugal #3

Já fazia algum tempo que eu não colocava nada “visual”, aqui no blog, sobre o meu Portugal. Meu, porque já é meu. Agora é tarde. Adotei e fui adotado. Não há volta a dar.

Mas pronto, quando chega a hora, chega a hora, e hoje esse post impunha-se.

O pequenucho viu o belíssimo dia que fazia lá fora e quis ir ao “Parque dos Vermelhos”, que é o nome que ele deu ao Parque Urbano do Jamor, que está integrado no Complexo Desportivo do Jamor, em Cruz Quebrada (Oeiras). Quando ele pediu, a primeira vez, para ir ao “Parque dos Vermelhos”, tinha ele não sei, talvez uns 3 anos, foi um parto pra descobrir qual era o parque. Tivemos que pegar o carro e dar umas voltas por alguns parques que ele já tinha visitado até ele apontar o correto… Continuar lendo “Eu & 5 de Portugal #3”

A Sabedoria do Velho Ébrio

Nunca escrevi uma carta em toda minha vida. Esta é a primeira. E será também a derradeira.

Ando acamado já faz algum tempo. Nada me dizem, mas sei que não tardará para que meus dias aqui cheguem ao fim.

Depois de muito pensar, e já não tenho muito mais que fazer, mandei chamar o advogado, a quem passei minha última vontade. Tudo que tenho ficará para a caridade.

Ainda tenho esperanças que um dia entenderão, mas desconfio que quando tal acontecer, meus ossos terão se tornado poeira há muito tempo. Continuar lendo “A Sabedoria do Velho Ébrio”