Desenhar ou Desenhar

Das poucas memórias que ainda retenho de quando era mesmo muito pequeno, a maioria está relacionada com desenhar (ou com comer 😉 rs).

Lembro de uma reunião com familiares e amigos, acredito que em casa de uma tia avó, em São Paulo (ou terá sido em Curitiba?), em que o “tio Nando” (o primo da minha mãe), desenhou-me um carro. Acho que era um Fusca.

Lembro também de estar na cozinha de casa, em Curitiba, com os meus 7 para 8 anos, a encher uma folha com pequenos desenhos ao lado de uma amiga da família. Quais desenhos? Já não sei. Lembro que desenhava velas. Sim, velas, daquelas acesas, com cera escorrendo, sobre um prato. Daquelas dos cartões de natal. E mais muitas outras coisas que já não sei o que eram.

Dessa altura lembro ainda de uma tarefa dada na escola. Eu e alguns colegas escolhemos desenhar carros. Desenhei vários. Coloridos. De vários “formatos”. Não sei que fim levaram esses desenhos, mas acho que alguém os encontrou, pois tenho certeza que já vi um ou dois deles na rua. Sim. Carros. Que eu desenhei mais de 30 anos atrás. Quem diria que eu seria um visionário, hein? 😉

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