Sonho de uma manhã de verão…

Iniciou o penoso caminho para a  realidade. Sua mente encontrava-se em um estado de torpor, vagueando por um vórtice de vazios, um sedutor mundo feito de um nada profundo e denso. A cada novo despertar tornava-se mais difícil escapar desse lugar.

Acordou de um sono sem sonhos, deixando-se ficar onde estava: um cobertor puído e mal cheiroso, única proteção contra o frio que  transpirava de forma intensa do chão. Manteve os olhos fechados. Hábito. Se fosse possível enxergar em meio ao breu absoluto que permeava o cômodo, alguém menos atento diria se tratar de um cadáver ressuscitado, não de alguém que acabou de acordar.  Apresentava um semblante sereno. Permanecia imóvel. Continuar lendo “Sonho de uma manhã de verão…”

Ser ou Não Ser…

O texto que se segue é uma revisão de um texto que publiquei no meu antigo blog (o Lápis 2B), que já era uma revisão de um outro texto feito numa noite de maio de 2014 para um concurso em que cada semana deveríamos escrever um texto, com até 400 palavras. Esta foi a história que enviei para a primeira rodada.

Outros textos que foram feitos para o tal concurso e que já publiquei aqui são Manuela Não Acreditava no Amor e Ah… A Vida…

Este texto, penso eu, pode ser enquadrado dentro da categoria de “realismo fantástico”. Não se engane, entretanto. Há muito mais nele do que pode parecer à primeira vista. Ao menos foi o que eu tentei criar.

Considero esta revisão um dos meus melhores textos curtos, sendo muito melhor do que o original, confesso, que foi feito em um par de horas, com a deadline sobre o pescoço…

Espero que gostem tanto quanto eu 🙂

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